domingo, 19 de maio de 2019
Nada Pop

Ratas Rabiosas e o punk feminista em ação

Entrevista longa e por isso vamos pular aquela introdução básica que geralmente existe para contar a história da banda. Neste caso não há ninguém melhor do que a própria banda para falar sobre a sua origem e música. De qualquer forma, vale informar que a banda punk feminista Ratas Rabiosas é formada por Oxy (vocal), Ju Malvina (guitarra), Angelita (baixo) e Lary Durante (bateria).

Confira o papo e saiba o que pensam as ratas raivosas sobre cena independente, feminismo, machismo no punk, Lei Maria da Penha, preconceito e funk carioca.

ENTREVISTA RATAS RABIOSAS

NADA POP – Em primeiro obrigado pelo papo, me digam uma coisa, como surgiu o nome de vocês? Por acaso o nome foi inspirado na música “Ratas Rabiosas” da banda Eskorbuto, da Espanha?

RATAS RABIOSAS – Imagine! Nós é que agradecemos a oportunidade em ceder ao Nada Pop esse bate papo, para nós é um grande prazer!

Então, o nome da banda surgiu durante nosso primeiro encontro, tínhamos acabado de formar a banda, nem tinha rolado o primeiro ensaio ainda, mas a gente foi meio que se conhecer pessoalmente, bater um papo, ver se as ideias batiam. Quando rolou a “pauta” para escolher o nome da banda, queríamos algo que tivesse Rabia (raiva) em sua composição, a principio pensamos em Digna Rabia, mas já existia uma banda com esse nome, seguimos essa mesma linha de pensamento, e então surgiu a ideia de colocar Ratas Rabiosas, todas curtiram a ideia. Tem ligação com o Eskorbuto sim, já que é uma influência em comum da banda, todas gostam muito do Eskorbuto, então só juntamos o útil ao agradável.

NADA POP – Sobre a origem da banda, em qual região de São Paulo vocês moram, como vocês se conheceram e como, de fato, vocês começaram a tocar juntas? Sempre tocaram mulheres na banda ou vocês chegaram a ter integrantes masculinos?

RATAS RABIOSAS – Bem, cada uma mora em um canto de São Paulo, a Angelita (baixista) mora no Jd. Ângela, zona sul, a Oxy (vocal) mora no Grajaú, porém sempre foi de Guarulhos, eu (Lary) moro em Itaquera, zona leste, e a Ju mora no Ipiranga, zona sul. Bem, a ideia inicial de montar a banda partiu da Angelita, e ela com seus contatos e sua vontade de tocar fez a peripécia toda! Hahaha

Um dia em um barzinho, bebendo uma breja ela comentou que queria montar uma banda e me convidou pra tocar, eu estava meio desencanada de ter banda no momento. De inicio não tinha botado muita fé, ela não tinha instrumento ainda, então a principio achei que seria só mais uma conversa de bar! E não é que a danadinha estava afim mesmo de tocar?! Na semana seguinte ela já tinha comprado um baixo, arrumado uma guitarrista e uma vocalista, aí que eu percebi que ela tava afim mesmo de fazer a parada! Hahahah. Marcamos uma reuniãozinha pra se conhecer (eu ainda não conhecia a Oxy e a Ju), e na semana seguinte já estávamos no estúdio tocando! O entrosamento foi tão grande que já no primeiro ensaio fizemos dois sons próprios, são eles “O punk vai morrendo” e “Anticapitalista”. E assim nascia as Ratas Rabiosas, nossa formação sempre foi 100% feminina.

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NADA POP – Vocês diriam que uma banda punk formada só por mulheres atraí mais atenção ou mais preconceito?

RATAS RABIOSAS – Uma banda 100% ou parcialmente feminina sempre atrai muita atenção, seja no punk, no metal, no rock’n’roll. É curioso e é bonito de se ver uma mulher subindo ao palco e fazendo um som pesado, quebrando paradigmas e toda aquela ideia ultrapassada de sexo frágil e etc. E é o que percebemos em nossos shows, todos ficam curiosos para conhecer o som da banda, param a gente para conversar, oferecem apoio, e isso é super positivo. O fato da Ratas ser uma banda de punk rock 100% feminina, acreditamos que sirva de incentivo para outras garotas mostrarem suas caras também, elas escutam o nosso som, curtem e se identificam, porque se sentem respeitadas, compreendidas e encorajadas a meter as caras e fazer acontecer, e isso é muito gratificante para nós, pois vimos que a nossa missão foi cumprida, pois nossa mensagem foi captada de maneira positiva por outras mulheres que integram a cena.

Agora a questão do preconceito é algo relativo, tem pessoas que tinham preconceito sim, e ao ouvir o som da banda e conhecer nossas ideias mudaram de opinião, da mesma forma que pode ser que tenham pessoas que mantiveram suas opiniões, cada um é livre para pensar e achar o que quiser, é aquela velha questão de “julgar o livro pela capa”, enfim tu pode gostar ou não da banda, mas o importante é manter o repeito.

NADA POP – Sobre a questão do preconceito, como vocês enfrentam isso no dia a dia de vocês, seja pelo visual (estilo de roupa, tatuagens, piercings), seja por essa questão da música ou pelas ideologias de cada uma de vocês. Como vocês identificam esse preconceito na vida de vocês? E caso vocês confirmem a existência e a presença dele, ele se dá mais por quem, homens ou mulheres?

Angelita: na verdade já desencanei com o olhar das pessoas sobre meu estilo, tatuagens, etc , mas percebo que muitas pessoas gostam também, mas no geral eu não ligo mesmo. Os mais preconceituosos são homens, eles acham que por termos atitude e poder sobre nosso corpo e não ter vergonha disso na rua, somos também objeto público.

Lary: Bem, eu sempre fui uma pessoa atípica! Com 13 anos enquanto as meninas da escola se emperiquitavam toda pra caçar namorado ou coisa do tipo, eu usava as roupas do meu irmão pra andar de skate na rua junto com uma gangue de moleque maloqueiro, skatista, pixador hahaha, mesmo com a pouca idade eu já sofria muitos preconceitos, em relação a visual e atitudes, era na escola, na rua, em casa, já chegaram a jogar o carro pra cima de mim na rua, porque eu era menina e andava de skate. Mas nem por isso me fazia de vitima, pelo contrario, sempre encarava numa boa. Afinal, minha vida, minhas escolhas, minhas consequências, acredito que o preconceito só fere ou atinge alguém quando a pessoa não é bem resolvida e não se aceita.

Oxy: são diversos olhares, a sociedade propõe um padrão, ainda mais para a mulher e quando você pouco se importa com esses padrões as pessoas te julgam, taxam como louca, rebelde, drogada, por você não fazer parte da alienação. Já outras curtem, acham muito válido a liberdade de expressão, mas naquelas, ainda alienados a padrões vem com aqueles papos de “ficou bonito, mas não faria em mim!” são irrelevantes.

NADA POP – Vocês são uma banda feminista e as letras das músicas de vocês deixam bem claro esse posicionamento. O nosso sistema, como um todo, é machista e ao mesmo tempo bastante individualista. Na opinião de vocês, o que deveria ser mudado ou melhorado para que esse pensamento machista possa (ao menos) diminuir. Ou pra vocês isso é algo ainda impossível?

RATAS RABIOSAS – Acreditamos na mudança pela educação, mas sabemos que é uma mudança de cultura radical, que pode levar anos e anos, é uma coisa que vem muito de casa sabe, da criação. A maioria repassa para os seus filhos aquilo que aprenderem quando pequenos, se você aprendeu com o seu pai a não respeitar a mulher, coloca-la num papel inferior, isso provavelmente lhe acompanhará o resto da vida, a menos que com o tempo você aprenda a desconstruir esse pensamento, e se todos de alguma forma aprender a quebrar essa barreira, esse pensamento, futuras gerações já não sofrerão desse mal. No dia a dia, o fim do silêncio e enfrentamento e debate aberto sobre o tema machismo pode tentar atuar como desconstrutor desse pensamento.

Ratas Rabiosas

NADA POP – A banda irá participar de uma coletânea chamada “Mulheres em Perigo”, organizada pela banda Útero Punk. Por favor, falem a respeito deste trabalho e quem, além de vocês, participa dessa coletânea. Além de um álbum com 13 faixas também haverá um documentário e clipes com as bandas, isso mesmo? Quando será lançado?

RATAS RABIOSAS – Bem, “Mulheres em Perigo” é uma coletânea que conta com a participação de seis bandas com mulheres, e o principal objetivo é expor nas letras a violência contra a mulher, as desigualdades, sexismo e o machismo sofrido diariamente, de modo que coloque a galera para refletir um pouco sobre o tema. Essa coletânea foi produzida e idealizada pela banda Útero Punk, da Tati Góis, e conta com a participação das bandas: Útero Punk, Reação Adversa, Rebeldia Incontida, Vozes Incomodas, Condenados e nós, Ratas Rabiosas. Cada banda gravou duas músicas inéditas com o tema feminismo, e uma música foi realizada em conjunto, terá um DVD também com o documentário e um videoclipe de cada banda. O lançamento foi no dia 25 de Outubro, no CCJ – Centro Cultural da Juventude – que fica na Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte de Sampa, e foi um tremendo sucesso.

Fomos convidadas para esse projeto pela banda Útero Punk e aceitamos rapidamente. É um grande projeto que incentiva a arte feita pelas minas, vale a pena conferir!!!

NADA POP – Antes dessa coletânea vocês lançaram um EP com quatro faixas, quando foi lançado e onde foi gravado, onde está disponível para quem quiser ouvir?

RATAS RABIOSAS – Então essa demo foi gravada de forma experimental, tínhamos acabado de montar a banda e estávamos empolgadas e eufóricas! Ensaiávamos no estúdio do Fábio, das bandas Sistema Sangria/ Ódio Social, então pedimos para ele fazer a gravina pra gente ao vivo mesmo, só pra gente deixar registrado, ele fez a gentileza de gravar e quando ouvimos ficamos tão felizes com o resultado que quisemos compartilhar com nossos amigos e a galera que quisesse conhecer melhor a banda. Nisso, colocamos as músicas na net mesmo para a galera ouvir e está disponível no Soundcloud – clique AQUI para ouvir. Na realidade não teve essa de lançamento oficial, hahaha, montamos a banda em agosto do ano passado e gravamos a demo em outubro, foi tudo meio que ” Ahh vamô aí?! Vamô!” hahahaha, e quando a gente viu já estava feito.

NADA POP – A objetificação da mulher pode ser vista em alguns estilos musicais, principalmente no funk carioca e suas derivações, e se observa que mulheres aderem a esse tipo de objetificação, seja cantando ou apenas participando (em shows ou apenas reproduzindo essas canções). Esse estilo, em particular, é alvo de críticas, porém, ao mesmo tempo, muitos defendem o estilo citando uma libertação sexual da mulher diante de uma sociedade machista. Na opinião da banda, como vocês enxergam essa objetificação da mulher nos estilos musicais e se acreditam que o mesmo possa significar realmente uma possível libertação? E por quê?

RATAS RABIOSAS – “Só me dava porrada, depois ia pra farra, eu ficava em casa, esperando você, eu gritava e chorava, que nem uma maluca…” O que essa música relata? O que ela significa para você? Sabe qual é a semelhança do punk para o funk carioca? Ambos utilizam a linguagem musical e periférica para expor seus pensamentos, suas lutas, suas histórias. As desigualdades, a violência contra a mulher, o machismo, não é algo presente só no punk. No funk, no rap, essas mulheres também sofrem. Sofrem abusos, sofrem violência, sofrem machismo, sofrem preconceitos, e porque elas são consideradas vulgares? Porque usam roupas curtas, porque utilizam de linguagem corporal? Quem somos nós para julgarmos alguém?! Essas mulheres são nossas irmãs, e estão na luta também, usam o microfone para gritar suas verdades, expor suas ideias, são tão guerreiras quanto à moça boazinha que se faz de santa, e segue padrões sociais. A mulher tem que ser livre, livre de preconceitos, livre de violência, livre de machismo, livre de opressão! Seu corpo, suas escolhas, ninguém tem o direito de intervir ou oprimir ninguém. O funk também é uma expressão da periferia, assim como o rap, o samba e o punk, e como tal, o respeitamos.

Obs.: O trecho citado na resposta pertence ao grupo “Gaiola das Popozudas” e o título da música é “Larguei Meu Marido”.

NADA POP – Um aspecto importante da Lei Maria da Penha é que ela não se restringe apenas a violência física ou sexual contra as mulheres. Ela também engloba a violência psicológica, patrimonial e o assédio moral. Mesmo após oito anos da criação da lei, o número dos casos de violência contra as mulheres não diminuiu. Na opinião de vocês, consideram as políticas do Estado ainda pouco eficazes para combater essa situação?

Lary: é algo a ser melhorado. Mas acredito que a mudança está a caminho, mesmo que em fase de testes, mesmo que a passos lentos. Há pouco tempo li uma matéria sobre um dispositivo chamado “Botão do Pânico”, esse dispositivo foi lançado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará (um dos Estados que tem maior índice registrado de violência contra a mulher, sendo o Estado do Espírito Santo o mais violento em todo o país). O botão do pânico trata-se de um dispositivo que é entregue as mulheres em situação de risco, que quando acionado são transmitidas informações com a localização exata da vítima, essas informações são enviadas à Guarda Municipal, para que um carro da Patrulha Maria da Penha seja enviado imediatamente ao local. O botão também pode ser acionado se houver descumprimento da medida preventiva por parte do agressor. Se o botão for acionado três vezes no mesmo mês, o sujeito recebe voz de prisão e é preso! Essa é uma medida que já foi aplicada no Pará e em alguns outros estados e acredito que seria sim o início de uma solução eficaz para combater casos de violência contra a mulher. Lembrando que, o primeiro passo para se combater a violência contra a mulher tem que partir da própria vítima né, nada será tão eficaz se não houver a atitude por parte da mulher, no caso a denuncia.

ratas_rabiosasNADA POP – Eu gostaria que vocês citassem os três melhores momentos da banda e um momento de perrengue pelo qual passaram e o que motiva vocês a continuarem tocando e realizando shows.

Lary: tocar numa ocupação rodeada de crianças para mim foi um momento mais que marcante, tocar em Santos também foi bem legal. Mas acredito que o melhor ainda está por vir. Quanto aos perrengues, ainda não tivemos tempo de ter muitos assim, o que eu mais me recordo foi chegar no show e não ter equipamentos para tocar… Foi bizarro, mas foi legal
ao mesmo tempo, improvisamos tudo, inclusive uma bateria com caixotes, no fim o show rolou, a galera curtiu, deu tudo certo.

Oxy: olha, perrengue não me recordo de ter passado não. Alem de termos uma banda, somos amigas também e isso é bacana e torna o clima melhor. Bom, eu já tive muitos momentos bons com as Ratas, mas no primeiro som no CCM foi uma emoção, a mão soando, aquele frio na barriga, aqueles erros de cara nossa foi supimpa! E o que mais me motiva realmente é saber que tenho três Ratas Rabiosas literalmente hahahah, que fazem parte da minha vida, saber que eu ando ao lodo de três mulheres guerreiras, que vão pra cima mesmo, que mete a cara e não estão nem ai para buchichos! É saber que todas passam perrengues na vida, mas sempre tão ali, pro que der e vier.

NADA POP – Citem as principais influências da banda e qual delas seria a principal referência para cada uma de vocês. Outra coisa, o que vocês ouvem atualmente e recomendam pra gente?

RATAS RABIOSAS – A influencia da banda é difícil definir, porque cada uma gosta de uma coisa, então tudo é uma grande mistura.

Lary: minhas principais influências são Ratos de Porão, Agrotóxico, Olho Seco, Black Sabbath, Eskorbuto, L7. E o que recomendo são as bandas do underground, da nossa cena independente, dos nossos amigos (as) que estão sempre lado a lado, como Ódio Social, Mollotov Attack, Sistema Sangria, Mortarium, Yekun, Herdeiros do Ódio, e muitas outras que eu ficaria até amanhã relacionando aqui, tem muita banda boa na nossa cena independente!

Angelita: como influências de som tenho as bandas Ratos de Porão, Detestation e Cojobaa. Para indicar tem Penadas por La Ley e Motim aqui de SP.

Oxy: Suburban Rebels, DK, Ruidosa Imundiça. E para indicar Vingança 83, Conduta Criminal, Ravensbruck, todas de SP, são ótimas bandas.

NADA POP – Qual a importância da música e o que independente tem ensinado diariamente para cada uma de vocês e que julgam ser uma lição difícil de ser obtida em outro lugar?

Angelita: a cena independente me desperta curiosidade, porque tem muita coisa boa por aí, e me ensina a ser humilde e tirar de tudo uma experiência.

Lary: a música pra mim é algo fundamental que não viveria sem, pois é uma linguagem universal né, a cena independente sempre me surpreende e reforça aquela ideia de quem tem vontade, tem metade. A questão de ser humilde também que a Angelita citou, isso é fundamental, e reforçado sempre em todo lugar que vou.

Oxy: a música é uma coisa que está ali comigo 24 horas, vamos dizer que cada momento que a gente vive, sempre tem uma música para ser a trilha sonora hahaha. A cena independente é como uma caixinha de surpresas, cada dia você descobre, aprende e ensina algo diferente! P.S. Humildade é tudo!

NADA POP – Quais são os planos da banda para o futuro em relação a shows e álbuns?

RATAS RABIOSAS – Temos a princípio dois shows marcados, um no dia 23/11 na Marcha das Vadias, da Baixada Santista, e 30/11, no Morfeus Club, na Santa Cecília. Pretendemos participar de um festival que rola todo ano no Rio de Janeiro com bandas de rock femininas. E os planos são continuar fazendo música, tocando por aí, e gravar nosso discão oficial. Tocar fora de SP e do Brazilzilzill quem sabe! hahahahaha Sonhar nunca é demais!

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Fanzine Ratas Rabiosas

NADA POP – Falem do fanzine de vocês, se existem novas edições previstas e como podemos acessá-lo?

RATAS RABIOSAS – Sim, sim, mas por enquanto é aperiódico, mas vão ter mais edição sim. Para quem tiver interesse em ler, está disponível no link: http://www.4shared.com/office/yDbVIVuTce/RataZine_1.htm – Só clicar e baixar.

NADA POP – Por último, agradecemos o tempo de vocês. Deixem todas as formas de contato que vocês tiverem e, caso queiram, deixem uma mensagem da banda para os leitores da entrevista. Valeu!!

RATAS RABIOSAS – Mas uma vez obrigadão pela oportunidade desse bate papo, pela divulgação também. Queremos agradecer também a todos que curtem o nosso som e nos apoiam de alguma maneira, saibam que isso é extremamente importante para nós! Valeu Mesmo!! Vocês são foda!

Nossos contatos são:

Fanpage: https://www.facebook.com/pages/Ratas-Rabiosas/555033267883674?fref=ts
E-mail: ratas_rabiosas13@hotmail.com.br

E quem quiser conhecer nosso som e ler nosso Ratazine:

Canal no youtube: https://www.youtube.com/channel/UCU2Mw4tg6cHQ9AlwtUmZ3DQ
Soundcloud: https://soundcloud.com/ratas-rabiosas
4shared Ratazine #1: http://www.4shared.com/office/yDbVIVuTce/RataZine_1.htm

Valeuzão galera! Grande Abrx!!!

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Sobre o autor

Maurício Martins

Jornalista, pai da Maria Stella, fã de quadrinhos e ficção científica. Aficionado por música, especialmente pelo punk e hardcore. Também é idealizador e editor do Nada Pop.

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