domingo, 19 de maio de 2019
Nada Pop

Aquecendo os ossos com Fistt, Reffer e Zander

Aos que não conseguiram ingressos para o Oxigênio Hardcore Fest, do dia 28 de junho, iria sobrar apenas lamentação ou arrependimento. Mas não dessa vez, pois considerando a grande procura devido as bandas que estariam no evento à organização oxigenou um aquecimento com Fistt, Reffer e Zander, no dia 27.

No palco do Hangar 110, na mesma ordem citada acima, eles largaram o hardcore, e pra quem pensa que seriam apresentações apenas para “esquentar” pro domingo, viu pegar fogo!!

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Reffer – Foto por Roberto Gasparro (LivePix)

O Fistt com suas músicas conhecidas e alguns clássicos (entoadas por todos) fizeram a turma se reunir na frente do palco para vibrar e logo juntou aquele grupo dos mais agitados que não contentam-se em acompanhar no estilo “pézinho”. Lápis de Cor, single do novo álbum “A arte de perder”, com lançamento previsto neste segundo semestre do ano, mostrou o que esta por vir do interiorrr. Já o Reffer, fez a sua linha pesada (que em minha opinião, ao vivo é peso 2 em cima do aço). Vale lembrar que a banda não estava na line-up para domingo, uma pena. Por outro lado, a energia acumulada foi transmitida para quem estava lá.

Nessa hora a seleção brasileira já tinha tomado aquela de esquerda do Paraguai, mas quem liga pra futebol quando se tem Zander entrando no palco?!

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Zander – Foto por Roberto Gasparro (LivePix)

Além de ser brasa, como sempre, podemos adicionar dinâmico aos adjetivos para a banda do Hell de Janeiro. Em português, as canções causaram o agito coletivo. Com a minha cerveja em mãos confesso que alguns goles foram desperdiçados tendo em vista refrões fortes que te fazem sair do chão.

O evento sugeria um aquecimento, mas sinto informar. Passou dos limites e sabe mais? INCENDIOU! Infelizmente a casa não estava lotada, mas as dezenas de jovens presentes fritaram.

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Mais fotos aqui: Roberto Gasparro – LivePix

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Sobre o autor

Bruno Palmito

Skate, kombi, shows, acampar e cerveja deixam-no mais perto daquilo que ele define como felicidade, se a trilha sonora for Punk Rock/Hardcore com pitadas de Ska, é um breve resumo da perfeição nessa vida. A música é a manifestação ideológica do sujeito, acredita Palmito.

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