quinta-feira, 16 de agosto de 2018
Nada Pop

Útero Punk: Luta e conscientização

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Tati Góis – Vocalista da banda Útero Punk – Foto Divulgação

Os anos passaram e a carência por bandas femininas não diminuiu, o que é uma pena. De fato hoje há mais bandas femininas que há 30, 40 anos atrás quando o punk surgiu, porém ainda somos uma minoria (infelizmente). Muito me encanta ver, ouvir e interagir com bandas femininas, ou parcialmente femininas. Sinto-me representada toda vez que vejo uma mulher no palco, tocando, cantando e passando suas ideias. Não há como falar de bandas que representam o feminismo sem citar a banda Útero Punk, uma banda que surgiu em 2003 na Zona Norte de São Paulo, liderada por uma mulher de garra, que através de suas canções expõe e questiona fatores sociais, culturais, e também toda a violência, desigualdade, intolerância e machismo sofrido pelas mulheres diariamente.

Tatiane Góis formou a banda quando tinha apenas 15 anos, quando percebeu que a violência sexual sofrida por garotas da sua idade eram praticadas em seus próprios lares, e era mais comum do que ela imaginava. A partir daí ela passou a usar a música como uma ferramenta estratégica para luta feminista, luta por igualdade, direitos e emancipação das mulheres. E assim tem sido desde então. Tati Góis, sempre ativa na cena punk, mostra a cada dia ao que veio, e ela não para, são muitos projetos, muitas realizações e a máquina não para. Em um breve bate papo, Tati Góis nos conta um pouco sobre a banda Útero Punk, seus trabalhos e o que mais está por vir. Bora lá conferir o bate papo.

ENTREVISTA COM A BANDA ÚTERO PUNK

NADA POP – Antes de tudo gostaria de agradecer sua atenção para esse bate papo, vamos começar falando um pouco dos primeiros passos da banda. Sabemos que ela surgiu um 2003, na Zona Norte de SP, a partir de uma necessidade de expor uma realidade não muito feliz. Conte um pouco como foi isso.

TATI GÓIS – Nós que somos gratos pelo convite e oportunidade de falar do nosso trabalho e por nunca sermos esquecidos quando se fala em luta feminista. Eu, Tati Góis, sou a vocalista e fundadora da banda e a princípio a banda surgiu com intenção de colocar mulheres dentro da cena rock da ZN de SP, onde a participação feminina era quase zero, eu por já ter participado de outras bandas – onde eu era a única menina e não tinha um trabalho direcionado a temática feminina – sentia que existiam temas que deviam ser debatidos e que isso atrairia mais meninas para dentro da cena.

A banda surgiu de um debate sobre pedofilia e abuso sexual, que foi o tema de um trabalho escolar dentro do grupo do qual eu fazia parte na escola, todas as meninas tinham sido abusadas por tios, padrastos, primos, irmãos e até mesmo pelos próprios pais desta meninas, inclusive eu que sofri violência sexual intrafamiliar dos meu 4 aos meus 12 anos, pouco se fala até hoje deste tipo de violência que é maquiada pela sociedade como problema de “família” que deve ser escondido e resolvido apenas entre as pessoas da própria família. Essa violência escondida não é contabilizada pelos índices de violência e muitas meninas sofrem calada e se sentem sozinhas. Eu resolvi trazer este assunto à tona na intenção de ajudar estas meninas a reconhecer a violência que sofrem para que elas se sintam representadas e se empoderem, se libertem e denunciem.

Quando eu comecei a cantar sobre isso poucas pessoas entendiam o porquê das minhas letras fortes e viscerais, foi quando eu me libertei de fato e abri publicamente minha vivência de anos de violação foi que eu realmente me senti confortável para levar o tema adiante, eu ainda tinha medo do julgamento, principalmente da minha família. Conversando com meus pais eu expus meus verdadeiro sentimentos e eles me apoiaram muito, quando eu toquei neste assunto eu já era uma mulher de 23 anos, casada e mãe de uma menina e não mais morava com meus pais, me calei por muitos anos e decidi que não seria mais assim.

Peguei toda a minha vivência e transformei em ferramenta de divulgação de direitos das mulheres, eu digo sempre que a minha única terapia para o meu trauma foi a criação da ÚTERO PUNK, o que me libertou. Quando eu era mais nova percebi que o punk rock falava de problemas sociais e gritava “vamos lá, vamos protestar”. Se é para lutar vamos lá, vamos falar de tudo que oprime vamos falar das mulheres também, vamos abordar problemas sociais que essas mulheres sofrem também.

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Útero Punk

NADA POP – Sobre a composição do nome da banda, como surgiu a ideia do nome , e o que ele representa para você?

TATI GÓIS – O nome da banda surgiu da ideia de sofrimento das meninas vítimas de violência sexual que ficam com o útero doendo após a violência. Útero – Órgão; Punk – Forte. Dor muito forte, mas também pode ser lindo como força feminina, apesar de existirem as mulheres trans e travestis que defendemos dentro das nossas abordagens, o nome foi criado há muitos anos quando a banda era formada apenas por meninas, gostaria de deixar bem claro que as mulheres trans e travestis são legitimas e são nossas irmãs também.

NADA POP – Quais são as principais influências da banda?

TATI GÓIS – Cada musico da banda tem sua influência, nosso baterista, Paulo Soares, e o baixista, Anderson Alves, gostam muito de rock nacional dos anos 80 – isso fica bastante nítido. O guitarrista, Daniel Alves, também gosta bastante de punk rock nacional e eu me inspiro muito no Bikini Kill, L7, Bulimia, The Runaways, Joan Jett, Rita Lee, Elis Regina e mais uma porrada de mulheres maravilhosas.

NADA POP – Nesses quase 12 anos de estrada muita coisa foi feita, conte nos um pouco sobre os trabalhos lançados e projetos da banda.

TATI GÓIS – Nós temos um único CD, o “Não se Renda”, lançado em 2013 com músicas muito antigas da época do início da banda. As letras são todas baseadas em vivências de mulheres que sofreram algum tipo de violência, entre elas tem algumas músicas que eu falo de mim mesma e de algumas amigas minhas. Além deste CD/DVD temos a Coletânea Útero Punk “Mulheres em Perigo”, lançada em 2014, com participação de outras bandas de vocal feminino: Ratas Rabiosas, Rebeldia Incontida, Reação Adversa, Condenados, Vozes Incômodas, e a própria útero Punk.

Fora este trabalhos fazemos festivais com bandas independentes onde cobramos a entrada em material de higiene pessoal que repassamos para a Casa Brasilândia, que atende mulheres em situação de violência que são encaminhadas para casas abrigos. Também sempre gravamos os shows e postamos no nosso canal no Youtube, pretendemos ainda neste ano lançar nosso novo trabalho “Negra e Periférica” e temos muitas músicas novas e queremos muito colocar para rodar.

NADA POP – Conhecendo o trabalho da banda Útero Punk, podemos notar que suas letras relatam assuntos delicados, mas de forma contestadora. Para você qual é a importância e o peso do seu trabalho?

TATI GÓIS – A banda acredita que ao retratar em suas letras os problemas sociais e políticos que cercam e oprimem as mulheres diariamente, como por exemplo, a violência doméstica e sexual, chame a atenção da sociedade em geral e principalmente, das próprias mulheres, as sensibilizando para a causa feminista.

NADA POP – Com a exposição dos temas abordados pela banda, como é o retorno do público?

TATI GÓIS – Muitas vezes já fomos atacados por falar deste tipo de assunto, mas colocamos sempre como debate e as pessoas atualmente tem entendido melhor nossa abordagem em relação ao tema. Quem mais se incomoda é o público masculino, agora acreditamos que o público feminino que é o nosso principal alvo se sente muito mais tocada e sensibilizada, pois é delas que estamos falando.

NADA POP – Ainda falando um pouco sobre os temas abordados pelas bandas femininas, há um consenso e uma interligação entre as temáticas, a maioria delas relatam violência, abuso, e machismo, mas pouco se fala de temas como a legalização do aborto, você acredita que ainda há dificuldades de se tratar de assuntos como esse? Na sua opinião há um tabu a ser quebrado?

TATI GÓIS – A Útero Punk tem músicas que falam de aborto, porém ainda não colocamos essa música para “rodar”. Um dos motivos é o peso que essa abordagem tem e temos que ser sensíveis o suficiente para tratar da melhor maneira possível este tema, ainda mais porque eu sou a única mulher da banda e eu melhor do que ninguém sei do que estarei falando.

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Capa da coletânea “Útero Punk – Mulheres em Perigo” – Arte por Luanda Soares

NADA POP – Fale mais sobre o lançamento da coletânea “Útero Punk – Mulheres em Perigo”. Como foi a seleção das bandas, o processo de gravação e produção do disco?

TATI GÓIS – Não houve seleção, apenas convidamos bandas de vocal feminino que conhecemos e que sabíamos que corriam junto com a Útero Punk. Nos inscrevemos no Edital do Programa VAI da Secretaria de Cultura e fomos contemplados com um incentivo financeiro que custeou todos os gastos com gravação, transporte e material gráfico.

Este trabalho foi produzido com a intenção de valorizar a cultura produzida por mulheres, a arte da capa e toda a editoração foi feita por uma mulher – também a grande guerreira Luanda Soares – que super abraçou nossa ideia também. O DVD que acompanha esta coletânea tem o depoimento das participantes das bandas falando um pouco sobre ser mulher na cena punk e um clipe de uma das músicas gravadas.

Cada banda gravou duas músicas e um clipe para a coletânea. Algumas pessoas perguntam por que a Útero Punk teve dois clipes e três músicas e eu gostaria de aproveitar o espaço para responder essa pergunta, é que uma das bandas que iriam participar da coletânea desistiu de participar deixando em aberto a vaga, como não conseguimos mais nenhuma banda que desejasse fazer parte do projeto gravamos uma das músicas que faltavam e o clipe, ainda assim faltou uma música. Pedimos a cada banda que escrevessem duas musica abordando temas voltados a mulher, as músicas da coletânea são inéditas escritas exclusivamente para ela. Foram 26 horas de gravação divididas em três dias.

Foi puxado, mas o resultado foi maravilhoso, enquanto o material estava sendo finalizado nós realizamos seis shows para ir divulgando o trabalho e em outubro de 2014 lançamos a coletânea no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso – foi lindo. Para nós um sonho realizado uma coletânea punk feminina. A coletânea não teve nenhum custo para nenhuma das bandas participantes que receberam sua copias para fazer com o produto o que quiserem, guardar vender, enfim. A Útero Punk não recebeu nenhum valor de repasse em relação a venda do material. A banda recebeu a mesma quantidade de peças que as outras bandas e demais participantes, as peças que sobraram são vendidas para manter nosso projeto.

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Show da Útero Punk

NADA POP – Como você vê a participação feminina no cenário musical hoje?

TATI GÓIS – A mulher é peça fundamental de transformação dentro da cena independente, porem o que acontece é que por conta desta sociedade patriarcal tem seu primeiro contato com a produção cultural e a musical muito mais tarde que os rapazes, por isso a dificuldade de se encontrar meninas que toquem algum instrumento musical.  Aos 18 elas ainda estão aprendendo a tocar e formar sua primeiras bandas porque já estão empoderadas, porque na adolescência muitas vezes os pais não permitem o contato com a música ou com o rolê punk. Esses impedimentos fazem com que a cena seja mais masculina do que feminina, porém existem sim meninas ativas aí na cena fazendo bonito.

As meninas das Ratas Rabiosas, a banda é composta apenas por mulheres, o som aborda as questões feministas. A Luanda Soares, uma artista maravilhosa, porém estou falando de mulheres já empoderadas que tem bastante tempo de vivência na cena. A Útero Punk incentiva que mais e mais meninas formem suas bandas, escrevam zines, poemas, grafitem e exponham seus pensamentos através da arte, mas não só as meninas, mas também os rapazes têm se preocupado muito com ativismo virtual apesar de ter um poder enorme e a internet não pode ser o único local de atuação da juventude.

NADA POP – Você acredita que os espaços e oportunidades ofertadas para as bandas femininas são os mesmo que para bandas masculinas?

TATI GÓIS – Não, as bandas femininas só têm sua participação garantida apenas no dia 8 de março, dia internacional da luta da mulher, onde uma parcela da sociedade está relativamente sensibilizada com a sua causa, e o resto do ano parece não ser tão interessante abordar temas de relevância para o movimento feminista, e se for colocar em pauta a mulher negra então, este número reduz mais ainda. A ideia que se tem é: que toda banda de menina é feminista, isso não é verdade, e que banda de menina só toca em evento de meninas. Um exemplo claro disso é quem em um ano a banda UP toca em evento cerca de 10 evento feministas e ou femininos e 1 ou 2 vezes em eventos mistos, a galera não chama, eu acredito que eles não consideram que seja nosso local de fala, quando na verdade nossa abordagem, apesar de bastante especifica, é para todos, tocar só em evento feministas para nós que somos uma banda desta temática é “chover no molhado”.

NADA POP – Nos dias 04 e 05 de Julho a banda Útero Punk participou da Virada Feminista, como foi participar desse projeto.

TATI GÓIS – Bom foi bacana, a banda foi na intenção de ocupar mesmo o evento graças as meninas que acompanham nosso trabalho e depois de muitos compartilhamentos solicitando nossa presença as organizadoras colocaram a Útero Punk na grade do evento, apesar do horário – 9h de um domingo – tivemos um público bacana, eu gosto de participar desses eventos principalmente quando o público não nos conhece e se espanta ao final da apresentação. Com a UP não tem essa coisa de teórico e academicismo, abordamos vivência, realidade experiência de vida mesmo, o que faz com que toda e qualquer mulher entenda do que estamos falando – desde feminista acadêmica até a mulher leiga de periferia que nunca leu Simone de Beauvoir.

NADA POP – Suas apresentações costumam ser bem características e performáticas, com o objetivo de “chocar” mesmo. Alguma vez rolou algo desagradável ou constrangedor durante o show?

TATI GÓIS – Muita gente pensa que é de caso pensado, mas na verdade não é (risos) uma vez cantando a música “Femicídio” eu estava passando muito mal e deitei no chão para melhorar a minha pressão e cantei o resto da música assim deitada, eu não sei que raios o guitarrista da época pesou que era teatro e colocou o pé sobre mim e solou a marcha fúnebre aí pegou (riso) eu faço isso todas as vezes. Agora as “dancinhas”, os pulos eu faço de acordo com cada música, o que eu estiver sentindo na hora eu faço, no começo eu cantava parada porque eu tocava guitarra, aí quando fiquei só no vocal eu me senti sem graça de cantar sem me mexer, aí baixou o Michael Jackson em mim e já que abordamos a liberdade do corpo eu extravaso e tudo que eu faço ali me liberta. Mas para quem me conhece fora do palco, sabe que eu sou tímida, falo baixo não sou de bagunça (risos).

Foi também uma forma de fazer o público participar, chamar as meninas para a frente, para expor opinião, para não ficar aquela coisa chata de eu despejar tudo e o público só balançar a cabeça e acabou. Uma vez em um show um machista escroto subiu no palco e quis passar a mão em mim e eu dei um empurrão nele, e muitos tiraram a minha razão achando que só porque eu estou ali dançando que eu sou puta que “tô pedindo” para ser assediada, as pessoas pensam que eu não escuto, mas eu escuto eles aproveitando que o som está alto para gritar xingamentos contra mim, inclusive pessoas que dizem gostar do meu trabalho, enquanto eu canto meu esposo André fica no meio do público filmando e tirando fotos, já pegamos gravações de pessoas dizendo cada absurdo que não vale nem comentar aqui.

NADA POP – Qual foi a apresentação mais marcante da UP e por quê?

TATI GÓIS – Apresentação que mais marcou nem faz muito tempo, foi em São José, o que aconteceu ali foi lindo, as meninas ocupando o som vindo para a frente, se divertindo se abraçando, partilharam experiência conosco, realmente participando do som. Apesar de ser bastante comum recebemos muitos depoimentos de garotas ao final dos eventos, relatos de vivências de preconceito, violência e machismo, isso faz com que nós de força de continuar levando nossa música a mais e mais pessoas.

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Útero Punk

NADA POP – Hoje em dia, com os avanços tecnológicos, todo mundo tem acesso a tudo o tempo todo. O poder das mídias sociais tem se mostrado evidente a cada dia. Do mesmo jeito que recebemos feedback positivo, recebemos os negativos na mesma proporção, como é isso para vocês? E na sua opinião, como as bandas podem usar essa tecnologia a favor de seus trabalhos?

TATI GÓIS –  Utilizamos as redes sociais para divulgar nosso trabalho e ideais, hoje você cria um evento e já divulga ali mesmo sem sair de casa, já consegue colocar um vídeo da banda em poucos minutos pra girar na internet inteira, isso é magnifico. Para divulgar o trabalho é muito bom, mas talvez sejamos ainda jovens velhos dos anos 90, quando digo isso estou falando do nosso produtor André Antunes e de mim Tati Góis, que estamos ainda aprendendo a trabalhar com essas tecnologias. A Útero Punk tem face há 2 anos (e nem sabemos mexer muito bem). A tecnologia hoje tem papel fundamental na divulgação de um projeto, um grupo, mas o que tem dado certo para nós é o presencial. Depois de um show o retorno das pessoas pelas redes sociais é bem grande, agora só por ela mesmo creio que o retorno é bem pequeno, cada “like” para uma banda, cada visualização de seu trabalho e compartilhamento é batalhado. O lado negativo são os ataques que recebemos através dessas ferramentas, este é o verdadeiro lado negativo.

NADA POP – Quais os planos e trabalhos futuros da Útero Punk?

TATI GÓIS – Levando em consideração que a permanência em bandas é muito rotativa, sempre estamos trocando baixista, baterista, enfim. Eu espero que futuramente possamos tocar nós principais eventos feministas do Brasil e quem sabe de alguns outros países também, sempre representando e empoderando mulheres onde a gente estiver. E queremos sempre poder lançar novidades da banda aí em formato de áudio ou vídeo para galera sempre ter um material novinho para curtir.

Já estamos iniciando um projeto de empoderamento da mulher negra em uma comunidade na periferia de São Paulo, no Jardim Icaraí, onde vamos trabalhar com meninas de 7 a 15 e mulheres de 16 a 30, falar sobre representatividade o papel da mulher negra na sociedade, fazer algumas oficinas para valorização do cabelo crespo, turbante, tranças e de curta metragem com a visão destas mulheres após as oficinas.

NADA POP – Agradecemos por essa entrevista, e dizemos que este espaço estará sempre aberto a bandas do nosso cenário independente. Agora, por favor, faça suas considerações finais, comentários, passe a agenda de shows, contatos, enfim. Esse espaço é todo seu!

TATI GÓIS – Nós que agradecemos mais uma vez pela oportunidade que nos foi dada. Gostaria de convidar a galera para curtir nossa banda no Facebook e quem quiser também pode acompanhar nosso trabalho no YouTube, onde temos nossos vídeos e também de bandas parceiras disponíveis lá para galera compartilhar.

Facebook: facebook.com/UteroPunk 

Youtube: youtube.com/UteroPunk

As meninas que desejam compartilhar suas experiências ou precisem de ajuda ou mesmo que tenham dúvidas sobre como buscar ajuda entrem em contato no nosso perfil no Facebook para que possamos orientá-las de acordo com suas necessidades. Nosso contato para shows, eventos ou palestras: (11) 3921-0384.

AGENDA ÚTERO PUNK

11/07 – Sábado

Local: Circo Escola: Avenida Padre Orlando Garcia, 460 – Penteado (Praça Pastor Onésimo Pereira do nascimento)
Horário: a partir das 17h
Entrada: Gratuita

26/07 – Domingo

1° Festival de Música Feminista As Baderneira
Local: Central do Brasil – Rua Visconde de São Leopoldo, 266 – Santos
Entrada: R$ 10

15/08 – Sábado

Festival Não é Não!
Local: Mec´s Bar – Rua Rui de Morais Apocalipse, 83, Jardim Do Tiro – Próximo a Padaria Pretinha
Entrada: Gratuita

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Sobre o autor

Lary Durante

Formada em Comunicação e Marketing pela Universidade Cidade de São Paulo, além de baterista da banda de punk Ratas Rabiosas. Também é colaboradora da revista eletrônica Hi Hat Girls Magazine.

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