segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Nada Pop

Nenê Altro: novo livro, carreira solo e 20 anos do Dance of Days

Nenê Altro conversou com o Nada Pop e falou abertamente sobre questões relacionadas ao Dance of Days, o lançamento do seu novo livro por meio de um financiamento coletivo no site Embolacha, haters e seu relacionamento com a internet. Tentamos fazer dessa entrevista um bate-papo simples, mas com um objetivo claro, tentando revelar o possível sobre o atual momento de um dos principais nomes do hardcore/punk no país.

Admirado por uns, odiado por outros, Nenê alcançou o reconhecimento por meio de muito trabalho e dedicação, com boa parte dos momentos da sua vida (sejam eles bons ou ruins) transparecendo em canções ou em projetos paralelos ao Dance of Days. Não há como negar que assim, como em muitos casos na música, público e artista se misturam e muitos daqueles que lotam os shows do DoD se identificam com as angústias, revoltas, amores e esperanças contada por alguém que age de acordo com o seu instinto e que vem evoluindo e transparecendo essa evolução em letras e no próprio comportamento diante da sociedade.

Abaixo nossa entrevista completa com o Nenê. Boa leitura!

NADA POP – Antes da gente falar sobre o seu livro, gostaria de saber como o Dance of Days está atualmente (tudo na paz?). Como foi a conversa da volta com o Tyello?

NENÊ ALTRO – Bom dia Maurício. Cara, essa conversa rolou em Outubro do ano passado, se não me engano. Como o tempo passa, já vai completar um ano… Bom, na época o Tyello entrou em contato com o Verardi e alguns dias depois eu e ele conversamos e resolvemos questões pendentes. Agora que estamos mais velhos e vividos tudo se encaixou. Como todo retorno, nosso recomeço ainda era meio “travado”, acho que de ambas as partes, mas a afinidade musical sempre foi um forte na soma de nossos trabalhos artísticos e o empenho no Amor-Fati fez tudo se acertar. Somos pessoas muito diferentes no Dance of Days, todos nós, alguns tem mais afinidades entre si, na vida mesmo eu digo, nos gostos e hábitos, outros são mais na sua, tem roles diferentes, mas a soma disso está funcionando muito no palco.

NADA POP – Você se considera alguém difícil de trabalhar? Ou as circunstâncias da estrada e do tempo possuem o costume de azedar algumas relações?

Nenê Altro – Cara, isso depende, eu sei o que quero, sei a pressa que tenho, o que a vontade grita em mim e sou alguém muito sem paciência para terapia motivacional de grupo. Eu acho que tudo tem um “timing” e que a estrada ensina as pessoas a aproveitarem isso. Seja em um projeto de longa ou de curta duração. Se você não alimenta a lareira, uma hora o fogo apaga e, mesmo que compre mais lenha e reacenda não será o mesmo fogo. O Dance of Days, por exemplo, nunca acabou e nunca apagamos a chama, tivemos algumas pausas, oficiais e não oficiais, mas a banda sempre esteve aí, nadando contra ou a favor da correnteza, mas nadando. Acho que o segredo é nunca deixar a peteca cair, se é isso que você realmente quer fazer da vida em um determinado trabalho. Quanto a mim, alguns me acham difícil, eu mesmo me acho às vezes, pois todos tem seus momentos, mas muitos gostam, conseguem lidar, somar e fazer algo em conjunto. Claro que o tempo faz as pessoas mudarem, como você disse. Sei lá, quando eu tinha 20 anos e um parceiro dizia que ia sair da banda eu ligava, ia a casa dele, tentava conversar, hoje eu diria pra ele que a amizade é a mesma, mas se não quer, não quer, e procuraria outra pessoa pra seguir com o trabalho. Não é a estrada, não são as circunstâncias, são as pessoas, a coisa funciona enquanto tem que funcionar e se não funciona não é o fim do mundo. São só relações pessoais não doenças sem cura, tudo se resolve.

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Dance of Days com a atual formação – Foto: Tuco

NADA POP – No single “Estilo Baixa Classe”, além de outros sons que andei ouvindo a respeito da sua carreira solo, percebi duas coisas: uma influência forte de Smiths e um Nenê Altro “mais em paz”. Isso faz sentido pra você? Aproveitando, o que motivou a sua carreira solo e o que podemos esperar do álbum? A previsão de lançamento é setembro, correto?

NENÊ ALTRO – Cara, eu estou em paz sim. Smiths sempre foi e sempre será influência em minha vida, mas acho que nesse som em específico tem muito de The Jam, até uma coisa mais nova como The Libertines, que mencionaram em alguns comentários no YouTube e eu vi que tem a ver. Se for isso o que as pessoas estão vendo no novo trabalho que ótimo, fico muito feliz, mas a idéia é fazer rock simples, dentro da escola nacional dos anos 80, mas também sem limites, se eu quiser fazer algo diferente em um outro momento, um reggae ou um ska, por exemplo, quero ter essa liberdade e ninguém pra me dizer que eu “fugi da proposta”, porque, resumindo, a proposta é não ter proposta, é só fazer um som.

Eu e o Edu começamos em 2004 com o Nenê Altro & O Mal de Caim. No ano passado voltamos a ensaiar e entre algumas conversas ele me propôs desvincular da coisa darkwave que tínhamos e começar um trabalho novo. Eu sempre relutei em ter um projeto só com meu nome, não sei o motivo ou a qual dogma estava agarrado, mas ele me deu muito incentivo e foi aí que começamos.
As músicas fluíram e está sendo um dos melhores momentos de minha carreira. O álbum está bem nessa praia, tem umas mais lentas, mais balada rock 80, outras mais rápidas, até meio punk rock, mas todas tem esse espírito “estou andando nas ruas, vou ver um show no Projeto SP e terminar a noite na frente do Retrô”. Essa é a vibe.

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Nenê Altro com Edu Krummen, Bruno Bento e JJ Junior – Foto: Luringa

Quanto ao que me motivou, eu sempre considerei o Nenê Altro & O Mal de Caim minha carreira solo, e eu sentia falta disso. O Dance of Days é uma banda com estrada própria, que funciona sozinha, não somos mais nós que marcamos os shows, que cuidamos das redes sociais, que organizamos tours, então é algo que, independente das fases e modas do circuito do qual faz parte, vai sempre estar aí, a história não tem fim. Eu, além da falta que sentia de minha carreira solo, sentia muita necessidade de fazer algo fora desse circuito, sem muita polícia e regrinha sabe, porque nesse meio tem gente mais velha que cresce junto com a banda, mas tem sempre gente chegando agora, que acha que o hardcore é como era nos anos 90 ou até mesmo na época do emo, e…

Senhor, que preguiça eu tenho disso! Eu acredito e sinto que o Dance of Days esteja consolidado com sua história, ao lado de outras bandas de sua geração, que é algo que ninguém pode apagar ou negar, e que nela ainda tem muito a escrever. Eu seguirei até o fim, afinal, eu fundei a banda, mas senti a necessidade de ter algo meu, uma banda mais simples, pra fazer um som, tomar uma breja e beijar minha esposa em cima do palco e mandar tomar no cu e colocar pra fora quem vier roubar a minha brisa, sem muito a debater com ninguém sobre.

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Nenê Altro está lançando novo livro pelo Embolacha – Clique na imagem para ser direcionado ao site do projeto.

NADA POP – E sobre o lançamento do seu novo livro? Ele virá junto com o álbum? O financiamento coletivo que você está fazendo no Embolacha irá funcionar como?

NENÊ ALTRO – Em suma não é nada diferente do que fiz a vida inteira. Eu já estou gravando meu disco, não estou pedindo dinheiro pra gravar, já estou finalizando meu livro, escrevo, pago minhas contas e sou pioneiro em fazer meus próprios lançamentos de maneira independente. O Embolacha está apenas ajudando a organizar isso tudo. Meu último livro, Clandestino, de 2013, saiu com mais de 500 exemplares vendidos, a última reedição dos Funerais teve cerca de 400 exemplares na pré-venda, se não me engano (a Nih que coordena essa parte), e sempre depois dos lançamentos fazemos alguns kits e combos com pôsteres, CDs, coisas raras e etc. O que o Embolacha está fazendo é colocar tudo isso na mesma plataforma, a pré-venda, os combos, mas com a vantagem que nós não tínhamos, que é a do pagamento via boleto ou cartão que a galera pedia bastante, pois funcionamos todos esses anos com esquema DIY de depósito bancário, o que dificultava pra muita gente. De resto vai ser exatamente a mesma coisa, eu e a Nih vamos fazer os pacotes, vou autografar para quem pedir, vamos encher tudo de brindes como sempre e colocaremos no correio, pois essa sensação mágica de mandar diretamente um pedaço do nosso trabalho para a casa de outra pessoa que está esperando é algo que nos realiza muito. O livro + CD que vai vir no projeto do Embolacha também será diferente. O livro nessa edição será no formato de um CD, com capa dura, miolo bonitão e o CD, além do álbum, terá faixas extras da demo com músicas que não entraram e que serão gravadas oficialmente mais pra frente, provavelmente em novas versões. São só 1000 unidades nesse formato. Depois, em futuras reprensagens o CD vai vir sozinho e apenas com as 12 faixas e as edições seguintes do livro no formato padrão 14X21, sem o disco. É um lance especial mesmo, pra presentear e marcar quem está vivendo conosco ESSE MOMENTO de nossas vidas.

NADA POP – O financiamento coletivo conta ainda com um kit especial no qual será possível levar a guitarra que você usou para compor canções do Disco Preto e dos 4EPs da série Na Estrada. Não é muito desapego?

NENÊ ALTRO – Hahahaha não não. Vou contar uma coisa, eu sempre fui muito matuto, muito “eu faço minhas coisas”, desconfiado até da sombra. Já pensei algumas vezes nos últimos anos em usar essas plataformas de “crowdfunding”, mas sempre desisti no último momento. Até que numa pesquisa para esse trabalho esbarrei no Embolacha e quando vi, era meu amigo Melvin Ribeiro do Carbona uma das pessoas responsáveis por tudo. Isso me deixou muito mais seguro, e em uma das conversas, ele me propôs fazer esse lance da guitarra, até pra gerar mesmo esse falatório da galera mais “radical”, que é muito previsível, o que, pra você ver, deu mais que certo hahaha. E se vender, vendeu, não sou apegado a nada material nessa vida, só à minha esposa e família, então foda-se o resto.

NADA POP – Dos seus projetos, trabalhos paralelos ao Dance of Days (Mal de Caim, Seek Terror, Blackclass), quais continuam de pé? Existe algum lançamento futuro desses projetos?

NENÊ ALTRO – Foi exatamente o que conversamos agora há pouco. As coisas tem seu “timing”, duram o que tem que durar. Pra você ter idéia, quando o Dance of Days teve seu primeiro “hiato oficial”, entre 1998 e 1999 eu tive DUAS bandas, o Bastard In Love e o Awkward, uma na sequência da outra. Lançamos compactos 7” (nos EUA), faixas em coletâneas e as bandas acabaram quando tinham que acabar. E esse “timing” recomeçou só que em novos projetos, depois do Bastard in Love eu formei o Sick Terror (inclusive com as mesmas músicas, só que em português) e os outros meninos deram andamento no Hurtmold. A diferença é que naquela época não havia redes sociais e as pessoas não tinham essa doença psicológica na qual acreditam que suas opiniões são as mais importantes do mundo. O Blackclass, por exemplo, foi incrível. Escrevi aquelas músicas num momento que precisava muito fazer aquilo e sem elas eu jamais teria retornado à linha poética que resultou no Amor-Fati. Durou pouco? Durou, mas foi autêntico. Fez sua parte e acabou quando tinha que acabar. Eu nunca digo nunca a nada meu artisticamente falando, não sei se mais pra frente terá um novo verão do Seek Terror ou uma nova primavera de alguma outra coisa que eu tenha criado, mas isso não depende de mim, depende da vida, e a vida a gente não escreve, não determina, apenas vive.

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Capa do álbum “Amor-Fati”, último trabalho de estúdio do Dance of Days.

NADA POP – Você é provavelmente o maior ídolo dos haters do hardcore. Como você lida e quanto mal um hater pode fazer realmente para alguém como você? Na música “Alma Negra”, existe a frase “Minha alma negra não sente problema ou vê dilema em querer mal quem me maltrata”. É uma mensagem direta a essas pessoas que desejam o seu mal ou menosprezam o sucesso alheio?

NENÊ ALTRO – Não, a música não fala sobre isso. Fala sobre relações pessoais próximas e sobre como o sofrimento transforma as pessoas por dentro. Cara existem dois níveis, o nível “deixa falar” e o nível adulto da coisa. Se a pessoa tem uma carência mal resolvida com o artista, quer curar suas feridas de amor tentando passar a pomada do ódio, quem vai impedir? Que cada um lide com suas dores e frustrações da maneira que achar melhor e fim. Mas se a pessoa fala algo sério, faz uma acusação, pode te prejudicar e atingir o seu trabalho e sua família, aí foge da esfera artística e vai pra criminal. Eu defendo meu trabalho e minha família com unhas e dentes, portanto faço e sempre farei o que julgar necessário nesse sentido.

NADA POP – Esse é o mal da internet, em sua opinião? Ela revela o que há de pior nas pessoas? Qual a sua relação hoje com as redes sociais e, de modo geral, com a internet?

NENÊ ALTRO – Bom, a internet é o grande covil dos covardes, a verdade seja dita. Mas sempre foi assim na história, Oscar Wilde mesmo dizia “Dê a um homem uma máscara e ele se tornará quem realmente é”. Todavia eu acho que a questão vai um pouco além disso. Quando você faz um trabalho de grande exposição você está sujeito a atingir todo tipo de gente, desde quem você realmente quer atingir até indivíduos que você nem imaginava que existiam, e dentro desse leque o artista interage com diferentes culturas e formações culturais e diferentes níveis de maturidade emocional ou de equilíbrio psicológico. A grosso modo, tem o cara que curte seu som e tira algo de bom pra sua vida e tem o perturbado que dá um tiro no John Lennon ou aponta uma arma pra Ana Hickmann. Fora os que tem gostos diferenciados, pois ninguém nesse mundo é obrigado a gostar de nada e tem espaço pra todo mundo, a grande parte dos que falam mal de mim hoje já amou muito meu trabalho. E é complicado, pois muitos enxergam essa relação fã e artista da maneira que bem entendem e criam expectativas unilaterais e isso, como em qualquer relação, está fatalmente condenado à frustração. A pessoa acha que tem um tipo de relação comigo em que eu devo algo a ela e eu nem sei quem ela é, ela acha que por gostar do meu trabalho tem o direito de me cobrar ou de me ofender e não é bem assim, eu não sou obrigado a conviver com ninguém desse tipo. O cara é mal educado nas redes da banda, xinga, é sarcástico, o social media bane ele da página e ele acha que EU estou lá com uma perseguição pessoal com ele. Se isso não é desequilíbrio mental eu não sei o que é rsrsrs. Mas vou te contar uma coisa Maurício, de tudo somos capazes de tirar boas coisas. O último hiato do Dance of Days e tudo que aconteceu em torno dele, toda aquela coisa de internet, o furor das “injustiças” e etc. me deu uma chacoalhada e fez ver que novamente estava errando, e que se não mudasse meu comportamento artístico minha vida seria assim pra sempre e isso era algo que eu não poderia mais permitir. De lá pra cá eu me tornei cada vez mais na minha, reservado, dei mais atenção a meus amigos próximos mesmo, fui fechando portas que davam aberturas a problemas desnecessários e o resultado é aquilo mesmo que você disse falando do que transparece em meu clipe, eu estou em paz. Aqueles que estavam acostumados a ter brigas, atenção pela polêmica, uma relação (absurda) de igual pra igual, hoje falam mal, reclamam, batem a cabeça na privada, mas fazer o que, fodam-se, eu vou é ser feliz.

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O documentário sobre o Dance of Days está em produção. O título do doc será “Dance of Days: A história (ou coisa que o valha).

NADA POP – Em 2017 o DOD irá celebrar 20 anos de existência. Quais são as ideias para comemorar essa data? O documentário sobre vocês, produzido pelo Wlad (Zona Punk) e Rodiney Assunção, foi adiado? A previsão era para julho de 2016 (essa data consta até o dia de hoje na página do doc), sabe dizer o que aconteceu?

NENÊ ALTRO – A vida acontece meu amigo, simples assim. Tentamos planejar, fazer as coisas dentro desses planejamentos, mas não é uma ciência exata. Eles tiveram outros trabalhos, o Wlad acabou de lançar e promover o DVD do Volcano, e agora (em Julho!) estão filmando o nosso. Vai rolar. É como o Antiguia 2016, eu passei UM ANO escrevendo pras pessoas, pedindo listagens, oferecendo espaço para as bandas e agora, nas últimas semanas, centenas escrevem, e bandas boas que não podem ficar de fora e tenho que rediagramar e reprogramar tudo. A vida acontece, é imprevisível, mágica e por isso tão divertida e maravilhosa. Quanto aos 20 anos pretendemos fazer uma tour especial, meio biográfica sabe, começando com 6 First Hits e terminando com Amor-Fati, tocando um set com os pontos altos de cada trabalho. Mas ainda temos tempo pra planejar bem sobre isso, pensamos em algo pra metade do ano que vem.

NADA POP – Gostaria de encerrar essa entrevista perguntando uma coisa simples: do que você sente falta do início da sua trajetória na música? Seja a inocência do começo, as amizades, a vida em si. O que você teria feito diferente ou faria pior, se fosse possível?

NENÊ ALTRO – Artisticamente falando gosto da grande parte de minha trajetória, algumas coisas eu era imaturo demais e hoje faria diferente, mas tem a ver com a idade que eu tinha e com o momento da história e outras eu mudaria, pois estava com problemas e não queria que esses problemas tivessem atingido minha carreira como atingiram. Se eu pudesse voltar atrás e reviver tudo, eu gostaria apenas de ter a experiência que dolorosamente só aprendemos na porrada e com os anos. Teria selecionado melhor as pessoas de meu convívio e dado mais valor a coisas valiosas que deixei escapar em minha carreira, mas ainda tenho muita estrada pela frente e começo essa nova fase artística com tudo isso em mente.

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Nenê Altro – Foto: arquivo pessoal

NADA POP – Antes de terminar, por favor, indique algumas bandas para a galera conhecer. De preferência, se puder, indique quais bandas novas ou ainda com pouco tempo de estrada você indica.

NENÊ ALTRO – Eu e a Nih temos um trabalho com nosso selo, a HARD KISS, que é basicamente voltado a isso: apresentar e dar oportunidade a bandas novas. Conhecemos centenas de bandas com esse trabalho e vou te falar, bandas muito boas de todo país. Acho que citar uma ou outra de todos esses trabalhos seria injusto, pois estaria apoiado na memória recente, mas recomendo que visitem nossa página e pesquisem as bandas que estão em nossos lançamentos. Não colocamos qualquer banda, escutamos tudo que chega aqui e aí então selecionamos, ou seja, tudo está ali por algum motivo!

NADA POP – Nenê, obrigado pelo papo. Fique à vontade para acrescentar o que queira. Valeu!

NENÊ ALTRO – Maurício, agradeço muito pelo espaço e mais uma vez parabéns por esse trabalho que tive o prazer de ver nascer e se formar. Gostaria de agradecer a todos que estão demonstrando parceria e estão reservando meu novo livro+cd no Embolacha. Tenho vários outros projetos ainda para esse ano e espero muito conseguir dar andamento neles. Para me acompanhar é só curtir minha página oficial no facebook (muitas vezes eu mesmo posto por lá) ou seguir meu instagram e twitter. Dêem valor ao que é realmente bom em suas vidas, o tempo passa rápido demais pra perder com coisas tolas. Força sempre para todos.

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Sobre o autor

Maurício Martins

Jornalista, pai da Maria Stella, fã de quadrinhos e ficção científica. Aficionado por música, especialmente pelo punk e hardcore. Também é idealizador e editor do Nada Pop.

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