quinta-feira, 23 de novembro de 2017
Nada Pop

Chique, o final de semana

Sexta teve trinca no Tortuga’s Pub, em Rio Claro (vulga Rivers, segundo Décio Brenfa).

Craniana, Dhammer e Interceptor.

Noite de farra: cerveja-cigarro-recreative drugs, mil leros e curtição.
A galera foi aterrisando no pico e plá: começou.

Craniana abriu os trabalhos.

O quarteto é uma usina groove terremoto.

Bandaça de Rio Claro.

Marcão é o batera.

Marcão, que já tocou no lendário Mordeth, é um monstro.

Destrói.

Marcão deixou você em plena surdez agradável, com seus tímpanos batendo cabeça.

Farelo. Foi chuva de farelo de baqueta pra tudo que é lado.

E o Fabião no baixão, virxi!

Bass on fire cheio de linhas fodas grooveadas, responsa.

Na guitarra, o Elias, que acompanho desde os anos 90, destruindo tudo com seu Mesa Boogie assasssino.Da época de Master of Pain, Hal 9000, Carniceiro, Elias é ataque, Elias com sua guitarra de 7 cordas do além que deixa Lúcifer zorzo de Orloff, saca?

fest_clip_flyer

Fest Clip – Festival de Videoclipe

Linha vocal na frente, backing nervosos, estilão muralha e as pedradas: “Açúcar” e “Amazônia”.
“Açúcar” tem uma levada absurda, inexplicável, rápida, marcada, só ao vivo pra sacar o poder de destruição desta bela canção e sua letra divertida.

Mas o Craniana tem vários sons fodas, como Gatilho, Amazônia, e muito mais.
Ouça a artilha pesada aqui: https://craniana.bandcamp.com/

Depois, veio o Dhammer, de Piracicaba.

Rock direto e simpático, na sintonia da náite, frequência fera, rock que divertiu a turma e

deixou a sexta mais bêbada. Conheça o som dos chefias aqui: https://goo.gl/I94kBQ

Então era a hora dos hellriders do Interceptor, de Rio Claro.

Heavy rock ‘n’ roll outlaw estralante, Run like Hell!

Punch monstro, em doses de virtuosismo e levadas crunch rocker pra quebrar tudo, chefia.

Will maestro representando no vocalzão rocker responsa e guitarra; Lazão the Legend alucinando no bass, Gipsy Luthão voando nervoso na flying V, e Thor metronômico nas baquetas sangrentas.

Bandaça.

Depois de um espetacular single em sete plolegadas pela Neves Records, os caras tão de trampo novo, você vai se amarrar, confira tudin no site dos trutas, aqui: http://officialinterceptor.com/

E sábadão teve mais.

O aguardado Fest Clip deu as caras.

Sétima edição do festival nacional de vídeoclipes, na vizinha Santa Gertrudes.

Mega evento organizado no Centro Cultural na city.

Mó buxixo, fí.

As bandas comparecendo em peso, intercâmbio mil volt.

Reunião de videomakers, jornalistas, artistas diy, bêbados, telepatas e a turma toda.

Bela arte do fest, não? Cortesia do Hueller Figueiredo, do Anemona.

E as produças?

Várias, várias, bem fuedas. Difícil citar todas, o nível tá supimpa demais!

Meu destaque vai pro clip da Funeral Sex.

Stoner da pesada, fí: se ocê não viu, não perca essa chance, dê o play agora mesmo:

E não se esqueça: tem banda, tem clipe? Inscreva-se!

Porque, como diz o slogan do festival, “só o festclip nos une”.

E dá-lhe rock na roça, turma – chique, o final de semana!

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Sobre o autor

Mário Mariones

Nascido na roça, roqueiro, escritor, fliperama pirata do Street fighter II, tomate fatiado com sal, café sem açúcar, horto florestal, muita maionese, Copa de 90, cantor e baixista do Garrafa Vazia, rock paulera pra todas as idades.