quinta-feira, 24 de Maio de 2018
Nada Pop

#022 – Os 10 álbuns de Cherry Rat (Cherry Rat & Os Gatunos)

Artista, empreendedora e modelo, não necessariamente nessa ordem. Mas é possível apostar que cantar seja o momento mais libertador para Cherry Rat, dona de uma voz poderosa e capaz de hipnotizar qualquer um. Dúvida? Então assista o vídeo acima no qual ela interpreta “Tough Lover”, da Etta James (na versão de Christina Aguilera para o filme Burlesque). O vídeo apresenta a força vocal e a presença de palco de Cherry no musical “Um Dia Qualquer”.

À frente do grupo rockabilly Cherry Rat & Os Gatunos, lançaram em 2014 o álbum “Bop to the Hell”. Para conferir algumas faixas desse trabalho, além de fotos e vídeos da banda, acesse o link: http://www.crgatunos.com. Vale destacar o clipe de “Rat Rod”, lançado no ano passado e, como não poderia deixar de ser ao próprio estilo, traz uma ambientação que remete à década de 50. O roteiro do clipe é da própria Cherry.

Sem mais delongas, confiram essa belíssima lista dos 10 álbuns da Cherry e não deixem de segui-lá nas redes sociais da banda.

#022 – Os 10 álbuns de Cherry Rat (Cherry Rat & Os Gatunos)

01 – Ramones – Brain Drain (1989)

Esse foi o primeiro disco que marcou minha vida. Comecei a ouvir Ramones com uns 10, 11 anos de idade e foi com esse disco que descobri um estilo de música simples e objetivo, com o qual me identificava. Qualquer pessoa podia se identificar com os Ramones e ainda pode.

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02 – The Distillers – Sing Sing Death House (2002)

Foi então que no auge da minha adolescência (e rebeldia) conheci The Distillers. Isso com certeza foi um grande marco pra mim. Me apaixonei pelo vocal da Brody Dale cheio de drives e atitude. Passei bons anos ouvindo essa banda.

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03 – Misfits – Famous Monsters (1999)

Misfits é uma banda que eu ainda ouço com bastante frequência. Acho que marcou uma época na qual eu estava mudando de gosto musical, mas não muito. Foi uma fase estranha da minha vida na qual eu só ouvia Misfits. Adorava o peso que as canções do Misfits tinham.

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04 – Batmobile – Amazons From Outer Space (1989)

Quando ouvi Batmobile pela primeira vez, fiquei “wow”. Aquilo era muito bom de ouvir… podia passar horas ouvindo Batmobile sem enjoar e ainda posso. A música dos caras era a tradução do termo “psychobilly” na minha opinião.

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05 – Stray Cats – Gonna Ball (1989)

Esse é um disco polêmico. A maioria das pessoas costuma dizer que é o pior do Stray Cats. Pra mim é o melhor. Adoro esse disco e com certeza foi um marco na minha vida. Finalmente tinha encontrado o estilo de som que eu queria ouvir, depois de uns anos sem saber o que ouvir de verdade.

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06 – Imelda May – No Turning Back (2007)

Esse disco foi o que mais me despertou vontade de aprender a cantar de verdade. A Imelda May com certeza é uma das minhas maiores influências. Fato. Também é muito polêmica com o fato de “ser rockabilly ou não ser”, mas isso não faz diferença pra mim, nenhuma, aliás. Gosto de como ela canta, principalmente das músicas mais lentas.

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07 – Kim Lenz – It’s All True! (2009)

Um furacão ruivo com uma voz incrivelmente maravilhosa. A princesa do rockabilly. Ouvir a Kim Lenz é viciante, pode apostar. Esse disco é puro e verdadeiro, simplesmente incrível.

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08 – Janis Martin – The Female Elvis (1987)

Se a Kim Lenz é a princesa essa é a minha rainha do rockabilly. Janis Martin é a dona da melhor voz que já ouvi. Não tem muito o que discutir sobre esse disco, é o melhor.

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09 – Johnny Trouble Trio – The Rhythm of the Railroad Track (2009)

Sem dúvida esse alemão conquistou meus ouvidos de primeira. As pessoas não evitam compará-lo com Johnny Cash, mas pra mim é bem diferente. Pode até lembrar, mas ninguém chegará aos pés de Johnny Cash, isso é óbvio. De qualquer forma a voz e as canções dele me marcaram muito. Ouço praticamente todos os dias.

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10 – Johnny Cash – 20 Foot Tappin’ Greats (1978)

Na minha opinião é a melhor seleção de sucessos do Johnny Cash num disco só. Não tem quem não goste.

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Sobre o autor

Maurício Martins

Jornalista, pai da Maria Stella, fã de quadrinhos e ficção científica. Aficionado por música, especialmente pelo punk e hardcore. Também é idealizador e editor do Nada Pop.

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